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A Aranha e a Mosca

 

Uma Aranha tecia muito tranquilamente sua casa: uma armadilha infalível para pegar qualquer inseto que por ali passasse.

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Livros infantis de José Guimarães em novo endereço

O blog Livros Infantis de José Guimarães está agora de endereço novo.

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O desespero do filhote de pardal – Crônica de uma manhã de sol

O desespero do filhote de pardal. Crônica de uma manhã de sol. Crônica sobre um pardal que estava fora do ninho. História dobre um filhote dr pardal que apareceu em minha casa. Um passarinho fora do ninho. 

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Ditado escolar – Meu ditado escolar de admissão ao ginásio

O ditado escolar era feito para criar no aluno o hábito de escrever. Ele recebe esse nome por ser um texto ditado pelo professor da escola primária. Os ditados ajudam a criança a entender as palavras e a escrevê-las de maneira correta no caderno. Torna-se dese modo um excelente exercício de caligrafia. Sem falar que a criança aprende estilo de letras.

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Mensagem Motivadora: História do Plantador de Pedras

Olá! Espero que você goste da mensagem História do plantador de pedras. Esta é a história de um homem que plantava algum fruto ou hortaliça em seu sítio, mas foi agressivo com um forasteiro que se aproximou dele.

O Plantador de pedras

Mensagem com base numa história de dois homens, plantadores de grãos, legumes e hortaliças. Um deles responde “Estou plantando Pedra” a um forasteiro que lhe pergunta “o que faz nessa terra?).

Eu conheço essa história desde os tempos de criança. Tinha mais ou menos oito anos de idade, quando a ouvi. No entanto, ousei escrevê-la neste post, do blog Ganhar Dinheiro Legal, porque a acho bonita e motivadora. Eu a conto, portanto, mais ou menos porque foi assim que o Sr. Antônio me contou.

O Sr. Antônio, como você não sabe mesmo quem foi, era o sogro de minha irmã Dalva. Foi ela quem me criou.

História de dois sitiantes

Pois bem, a história que o Sr. Antônio me contou é assim:

Havia um homem num lugar muito distante e num tempo muito longe deste em que vivemos. Ou seja, havia um homem em algum lugar do planeta, que se tornou personagem principal desta história.

1º sitiante: Sr. Irineu

Esse homem, cujo nome darei agora, se chamava Irineu. Ele morava num sítio, numa região afastada das cidades mais próximas. Plantava nesse sítio o alimento para seu sustento e de sua família.

Como sua plantação excedia ao consumo diário de seus entes queridos, ele vendia boa parte dela a outros sitiantes. E estes os vendiam aos compradores eventuais.

De uma maneira ou de outra, o Sr. Irineu conseguia o dinheiro necessário para comprar os bens duráveis que seu sitio necessitava. Podemos dizer que o Sr. Irineu era realmente feliz.

plantadores sitiantes
imagem meramente ilustrativa

2º sitiante: Sr. Felisberto

Havia também naquela região um homem de nome Felisberto, que também plantava diversas espécies de legumes, verduras, grãos, cereais para o sustento de sua família. E também vendia uma grande parte de sua produção aos compradores que apareciam.

Esses compradores levavam a produção dos sitiantes para as cidades e vendiam os produtos lá. Por incrível que pareça, os compradores levam os produtos para onde querem e os vendem pelo preço que querem. Ganhando assim um bom dinheiro em seus negócios.

Todos nós sabemos que os comerciantes ganham muito mais do que os produtores. Eles têm técnicas de vendas que os produtores muitas vezes não têm.

O lado emocionante ou triste desta história acontece num dia morno, desses que as pessoas acham que nada vai acontecer em sua vida. Um dia neutro em que a pessoa diz: Se chover ouro na cidade vai chover bem longe de minha casa.

O Sr. Antônio não me disse se o Sr. Irineu pensava assim. Muito menos me disse algum fato notável do pensamento do sitiante. Só me disse o seguinte:

Um dia um homem diferente de todos os homens que o Sr. Irineu já tinha visto apareceu no sítio dele. O homem, sem pedir licença para entrar, se aproximou do Sr. Irineu. Como seu aspecto não indicava nada que o podia ser considerado como um homem perigoso, o Sr. Irineu nem se assustou com a presença dele.

Muito menos perguntou: “Como você entrou aqui?”, “Quem deu ordem para você entrar aqui?” Ou

“Por que você entrou aqui?”.

Talvez, a pergunta mais correta que o Sr. Irineu devesse fazer fosse esta: “Como você chegou aqui?”. Porque o homem se aproximou dele sem ter vindo de algum lugar.

Como o homem fez isso? E que poder ele tinha para fazer isso. Isto é, aparecer diante do Sr. Irineu como se tivesse sido brotado ali. Não importa porque o Sr. Irineu não pensou em nada disso.

O que importa dizer que o homem chegou num dia em que o Sr. Irineu estava zangado. Zangado com o quê? Talvez com alguma coisa que ouviu dentro de casa ou com algo que fez e não deu certo.

Contudo, o certo é que o forasteiro apontou o chão com o dedo de maneira calmamente e perguntou ao Sr. Irineu:

– O que você está fazendo aí?

Ora, o Sr. Irineu estava plantando. Plantando o quê? Sementes que juntou para colher na próxima safra. Ele plantava sementes de milho, arroz, feijão, soja e também muitas hortaliças.

Contudo, a raiva dele era tão grande no momento em que o homem perguntou que com muita brutalidade respondeu:

ESTOU PLANTANDO PEDRA!

O homem simplesmente lhe disse:

Pedra nascerá!

E, da mesma forma que aparecera, desapareceu dali, como em um passe de mágica.

O Sr. Irineu nem percebeu o modo de como o homem saiu e desapareceu da frente dele. Continuou trabalhando. Isto é, plantando cuidadosamente as sementes, de modo a não misturá-las.

pedras
imagem meramente ilustrativa

Aconteceu também de nesse dia o Sr. Felisberto plantar no sítio dele. E, por incrível que possa parecer ao leitor desta história, aconteceu ainda de o mesmo homem aparecer diante dele.

Só que o Sr. Felisberto, podemos dizer assim, estava num dos dias mais felizes de sua vida. Aliás, Sr. Felisberto sempre foi um homem feliz. Talvez até justificasse o nome dele.

O forasteiro se aproximou dele e lhe perguntou:

– O que você está fazendo aí?

O Sr. Felisberto, na maior calma deste mundo, ergueu a vista para o desconhecido e lhe respondeu:

– Senhor, estou plantando sementes de arroz, de feijão, de milho e de soja. Ainda vou plantar mais tarde, se o tempo estiver bom, sementes de hortaliças, que gosto de plantar quando está brando o sol.

O homem pôs a mão na cabeça do Sr. Felisberto e lhe disse:

– Tudo o que você plantar nascerá. Você colherá cem vezes mais. E, fique tranquilo, o tempo estará bom para você, sempre.

O final dessa história me faz literalmente chorar. Tanto que fica difícil digitá-la no teclado do computador.

Porque aconteceu de tempos depois, quando os dois homens deviam colher seus frutos, algo impressionante.

No sítio do Sr. Felisberto apareceu uma grande fartura de alimentos, capaz de alimentar uma cidade inteira.

Já no sítio do Sr. Irineu, apareceu uma enorme pedra. Esta ocupou boa parte do terreno dele. Ou seja, virou montanha.

Moral da história:

A moral desta história é sem dúvida nenhuma dizer que devemos tomar cuidado com as palavras que pronunciamos no dia a dia.

Muito cuidado ao responder perguntas feitas pelas pessoas que se aproximam de nós. Ainda que elas sejam desconhecidas.

Também, por mais raiva que estivermos de alguém ou de algo, não adianta despejar essa raiva em alguém que se aproxima de nós.

É isso.

E você, que achou dessa história?

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Crédito das imagens: FreeFoto

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O Filhote de Rolinha na Área de Serviço

História inusitada sobre um filhote de rolinha que apareceu certa tarde, na casa onde eu morava. Pouso Alegre é uma cidade que tem muitas aves. Tornando-se comum o aparecimento delas dentro de casa. Os moradores daqui já não se assustam com esses visitantes tão… pequeninos.

O Filhote de Rolinha na Área de Serviço 

É realmente muito curiosa a maneira como os animais têm-se aproximado cada vez mais das casas dos homens, sempre em busca de comida.

Pois aconteceu de ontem ser a vez de um filhote de rolinha aparecer por aqui. Escrevo essa frase porque filhotes de pardais aparecem com mais frequência.

Fiquei surpreso, porque, apesar de as rolinhas ficarem o tempo todo no quintal, nunca tinha visto nenhum filhote entre elas. É como se não existissem ou se o escondessem o tempo todo.

Pois bem, voltando ao filhote, ele parecia tão mansinho e frágil que quase o peguei. Mas, logo em seguida achei que se fizesse isso ele morreria.

Portanto, deixei-o no local em que o encontrei. Ele estava subido num dos suportes de madeira de uma cadeira velha que fica na área de serviço.

Entrei na cozinha e esfarelei um pedaço de pão. Mas lembrei-me de que tal qual o filhote de pardal ele também não consegue comer, por ter o bico ainda mole. É a mãe quem dá o alimento a ele. Também já era tarde, quase seis horas e já era hora de ele dormir.

Engraçado é que ele subiu numa vassoura e ficou ali algum tempo empoleirado, como se fosse um animal de estimação.

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Imagem meramente ilustrativa

Só que eu saí dali e quando retornei não mais o encontrei. “Melhor assim”, pensei, “foi procurar apoio com os seus”.

Afinal, lugar de pássaros silvestres é na natureza. E, apesar de especialistas dizerem que os pássaros de gaiola não conseguem sobreviver no campo ou na floresta, não concordo com eles.

Pois acredito que se todas as aves das gaiolas fossem devolvidas à natureza, muitas espécies morreriam, porém deixariam filhotes adaptados ao novo habitat, mais fortes e mais robustos, que encontrariam comida com facilidade na mata. Afinal, essa é a lei da sobrevivência: “Os fortes resistem, os fracos perecem”.

Pois Deus disse na Bíblia que “não devemos nos preocupar com o dia de amanhã, porque cada dia tem seu mal”.

Os pássaros não se preocupam com o dia de hoje, tampouco se preocuparão com o dia de amanhã. Eles simplesmente vivem, lutam por sobreviver numa natureza selvagem e vencem.

Autor: José Guimarães

Publicado no Shvoong em 15/11/2007, com o pseudônimo Douglas Freitas.

 

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Uma História é sempre emocionante – Filme Ratatouille

Uma História é sempre emocionante. Sinopse do filme Ratatuille. Filme de animação infantil. Filme divertido para crianças.